Imagine a seguinte situação: Começo de namoro. Vocês estão com seus amigos num barzinho quando a bisca que ele pegava surge do nada, grita o nome dele e o abraça forte. Você percebe o olhar dele pedindo desculpas pela situação constrangedora. Segundos depois, ele te apresenta a ela. E aí, o que você faz? Gruda na cintura dele? Fala um “Oi” e dá um beijo cinematográfico nele para mostrar a ela que o bofe é seu?!
Sabe o que eu fiz?! Eu soltei um “Oi, tudo bem?”, virei para o lado e continuei conversando com os amigos. Sabe porquê?! Porque, no fundo, o que toda biscate quer é desestabilizar o momento harmônico de vocês e, muitas vezes, elas querem boicotar a relação como um todo. E não pense você que só porque eu fiz a fina, mal-educadamente, eu não tenha ficado verde de raiva com aquilo, até porque eu sou uma das pessoas mais ciumentas que eu conheço.
Mas sabe o que eu aprendi com os canalhas que apareceram na minha vida? Que segurar a onda é essencial. Nenhum homem gosta de mulher insegura, muito menos de mulher barraqueira. E mais: aprendi a reclamar de certas coisas somente quando houver perigo iminente de falta de respeito, como quando seu bofe receber ligações, quase frequentes, de alguma ex (ex ficante que seja), acho válido dar uma arrochada nele sim. Afinal, ele está contigo ou não está?!
Pois é, o maior problema de você namorar um cara legal é que, muitas vezes, a (s) ex (s) não quer (em) largar o osso. E se você for dar freak out toda vez que alguma coisa do tipo acontecer corre o risco de a relação ficar desgastada. E você não quer que isso aconteça, não é mesmo? Portanto, lembre-se: só reclame quando o caso for extremo. Mas, se você for daquelas que não se aguenta, liga para uma amiga, desabafa e esfria a cabeça. Vai por mim...
Texto publicado no Plano feminino.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Antes que a carruagem vire abóbora
Dizem que a melhor fase de todo namoro é o começo. Talvez porque um fique sempre querendo agradar o outro, talvez porque ainda estejam se conhecendo ou talvez por ainda não se conhecerem.
Tudo é tão lindo que você se sente a Cinderela e ele é o seu príncipe encantado. Até o tempo passar e vocês começarem a se estranhar. Brigam por tudo e por nada. Se sentem incomodados por coisas que nem se faziam perceptíveis até então. Porque namoro é isso, namoro é adaptação. Vocês foram criados de maneiras diferentes, portanto, nada mais normal do que rolar um estranhamento de vez em quando.
E você começa a sentir que o tempo vai passando e vocês se estranhando, vai chegando a meia-noite e a carruagem vai virar abóbora.
É aí que você pega o controle e dá pause. Isso mesmo que você entendeu: é hora de conversar. É, eu sei... os homens geralmente detestam essa parte, eles fazem com que a a gente se sinta uma mala por conta disso! Mas se você engolir seco tudo o que te incomoda, você vai virar uma bomba-relógio e o seu lindo conto de fadas já era.
Mas, como sabemos, homens são seres previsíveis, portanto, nada de conversar depois do sexo, muito menos em dia de jogo. Sabe quando que você vai reclamar? Assim que ele pisar na bola. Fala tudo, mas tudo mesmo, de uma vez só e sempre que alguma coisa estiver errada - já vi casamentos terminarem por falta de diálogo, imagine, então, o que esse mal pode fazer com o seu namoro.
O importante é você conseguir fazer com que esses ajustes se tornem parte do relacionamento, fazer com que eles tenham tanta importância quanto o sexo (E, sim, eles têm! Acreditem!).
Porque, se isso acontecer, você não vai mais precisar ficar olhando para o relógio, a meia-noite não vai chegar, a carruagem não vai virar abóbora e o seu conto de fadas se transformará numa linda história de amor!
Texto publicado no Plano Feminino.
Tudo é tão lindo que você se sente a Cinderela e ele é o seu príncipe encantado. Até o tempo passar e vocês começarem a se estranhar. Brigam por tudo e por nada. Se sentem incomodados por coisas que nem se faziam perceptíveis até então. Porque namoro é isso, namoro é adaptação. Vocês foram criados de maneiras diferentes, portanto, nada mais normal do que rolar um estranhamento de vez em quando.
E você começa a sentir que o tempo vai passando e vocês se estranhando, vai chegando a meia-noite e a carruagem vai virar abóbora.
É aí que você pega o controle e dá pause. Isso mesmo que você entendeu: é hora de conversar. É, eu sei... os homens geralmente detestam essa parte, eles fazem com que a a gente se sinta uma mala por conta disso! Mas se você engolir seco tudo o que te incomoda, você vai virar uma bomba-relógio e o seu lindo conto de fadas já era.
Mas, como sabemos, homens são seres previsíveis, portanto, nada de conversar depois do sexo, muito menos em dia de jogo. Sabe quando que você vai reclamar? Assim que ele pisar na bola. Fala tudo, mas tudo mesmo, de uma vez só e sempre que alguma coisa estiver errada - já vi casamentos terminarem por falta de diálogo, imagine, então, o que esse mal pode fazer com o seu namoro.
O importante é você conseguir fazer com que esses ajustes se tornem parte do relacionamento, fazer com que eles tenham tanta importância quanto o sexo (E, sim, eles têm! Acreditem!).
Porque, se isso acontecer, você não vai mais precisar ficar olhando para o relógio, a meia-noite não vai chegar, a carruagem não vai virar abóbora e o seu conto de fadas se transformará numa linda história de amor!
Texto publicado no Plano Feminino.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Quando o príncipe vira sapo
O que mais escuto por aí são homens dizendo que nós, mulheres, somos românticas ao extremo, que os idealizamos demais, que estamos constantemente em busca do príncipe encantado e que o problema todo é que nós assistimos muitos contos de fadas na infância e, posteriormente, comédias românticas – o que afetaria definitivamente nossa busca por um parceiro ideal.
Ok, meninas, nós sabemos que não podemos discordar inteiramente dessa teoria, mas o problema não é só esse. Não são as comédias românticas com finais hollywoodianos que determinam o que buscamos num parceiro e destroem nossa vida sentimental, quem faz isso são os canalhas que encontramos pela vida. Sim, são eles mesmos: aqueles que nos prometem mundos e fundos, que nos envolvem em seus mundos, aquela coisa toda, até que levamos um belo chute na bunda! Isso quando não descobrimos que somos a outra ou que ele tem outra (s).
Aí, depois desse “choque de realidade”, realmente, fica muito difícil para a gente se entregar completamente a outra pessoa. E, não, eu não estou falando de sexo, eu falo de confiança, de afeto, de amor mesmo. Não adianta, a gente fica sim com o pé atrás. Tanto que, geralmente, depois de uma experiência dolorosa como essa, algumas de nós acabam se tornando como eles, elas viram canalhas e querem dar o troco em tudo quanto é homem que aparece.
Mas, calma, gente! Não é bem assim também, né?! Acho que passar por um período de luto é fundamental nesse caso – luto porque os planos se tornaram ilusão, eles morreram e isso dói, eu sei. Então, o melhor que temos a fazer é nos recompôr, sacodir a poeria e dar a volta por cima, porque não existe nada melhor nesse mundo do que estar bem consigo mesma. Afinal, estar bem-resolvida é essencial para abrir seu coração para um novo amor.
E, quem sabe, o sapo vira príncipe.
Texto publicado no Plano Feminino. ;)
Ok, meninas, nós sabemos que não podemos discordar inteiramente dessa teoria, mas o problema não é só esse. Não são as comédias românticas com finais hollywoodianos que determinam o que buscamos num parceiro e destroem nossa vida sentimental, quem faz isso são os canalhas que encontramos pela vida. Sim, são eles mesmos: aqueles que nos prometem mundos e fundos, que nos envolvem em seus mundos, aquela coisa toda, até que levamos um belo chute na bunda! Isso quando não descobrimos que somos a outra ou que ele tem outra (s).
Aí, depois desse “choque de realidade”, realmente, fica muito difícil para a gente se entregar completamente a outra pessoa. E, não, eu não estou falando de sexo, eu falo de confiança, de afeto, de amor mesmo. Não adianta, a gente fica sim com o pé atrás. Tanto que, geralmente, depois de uma experiência dolorosa como essa, algumas de nós acabam se tornando como eles, elas viram canalhas e querem dar o troco em tudo quanto é homem que aparece.
Mas, calma, gente! Não é bem assim também, né?! Acho que passar por um período de luto é fundamental nesse caso – luto porque os planos se tornaram ilusão, eles morreram e isso dói, eu sei. Então, o melhor que temos a fazer é nos recompôr, sacodir a poeria e dar a volta por cima, porque não existe nada melhor nesse mundo do que estar bem consigo mesma. Afinal, estar bem-resolvida é essencial para abrir seu coração para um novo amor.
E, quem sabe, o sapo vira príncipe.
Texto publicado no Plano Feminino. ;)
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