quinta-feira, 14 de junho de 2012

Desorganização masculina


Por mais que um homem seja o suprassumo da organização, sempre vai ter aquele momento em que ele vai deixar alguma coisa jogada num canto da casa. Da mesma forma que, por mais que um homem seja o suprassumo da desorganização, ele pode entrar no eixo sim! Como?! Pois bem, a gente não pode esquecer que alguns seres do sexo masculino acham que têm 8 anos e que você é a mãe dele (inconscientemente falando, ok?). Tá, eu sei que estou exagerando um pouco, mas, veja bem… se a gente for tratá-los como uma criança vai funcionar!
Então vamos para a nossa listinha: A primeira coisa a se fazer é acabar com qualquer desculpa que ele possa te dar para deixar alguma coisa fora do lugar. Portanto, é importante que ele saiba aonde é o devido lugar de cada coisa. Assim você também evita de ouvir aquela clássica do “Amor, aonde está aquilo?!”, né? Agora que ele já sabe onde as coisas ficam, é hora de vigiar! Assim que ele largar a camisa (por exemplo) em algum lugar, você prontamente o avisa.
Se ele colocar a camisa no devido lugar, ponto para ele. Maaaas, se ele te ignorar, nada de ficar histérica gritando com ele, ok? Faz o seguinte: esconde. Esconde porque uma hora ele vai precisar daquilo e quando ele te perguntar aonde está você fala simplesmente que não sabe ou fala que está no mesmo lugar que ele deixou. Deixa ele procurar por aquilo enlouquecidamente! Dessa forma, você vai criar nele a necessidade de organização, entendeu?! Mas, se nada disso funcionar, eu vou ser muito sincera com vocês: chame a Super Nany!


Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

Como Detectar uma Biscate


Elas não são fáceis, rondam mesmo. E algumas só parecem desistir quando conseguem o que tanto queriam: destruir seu relacionamento – assim, só por esporte.
Mas não se engane, os homens sabem quando estão diante de uma biscate: raramente (muuuuito raramente mesmo) dão valor a elas.
 O problema aqui é que, como caráter é o tipo de coisa que não vem escrito na testa da gente, pode ser que algumas delas, mais espertinhas, consigam nos enganar. Portanto, nada de dormir no ponto!
Fique atenta porque tem a biscate-colega-de-trabalho, aquela que adiciona você e/ou o seu amor no Facebook, segue no Twitter e, quando rola algum evento da empresa, ela puxa assunto, demonstra a maior intimidade ou fica observando vocês dois de longe.
Tem também a biscate-amiga-da-ex-dele, aquela que o adiciona nas redes sociais provavelmente para dar o feed back para a ex, principalmente se ela achar que o relacionamento não está tão bom assim.
E tem a biscate-amiga, que se divide em: biscate-amiga-dele, aquela que é amiga dos amigos dele, que parece competir com você o tempo todo sobre quem conhece melhor o seu amor e, muitas vezes, acaba te deixando insegura; e tem a biscate-amiga-dele-querendo-ser-sua-amiga, aquela que é superfofinha, superboazinha, faz tudo para te agradar e parece pegar intimidade fácil. Cuidado – essas costumam ser as piores!

Mas fique tranquila: biscate nenhuma nesse mundo consegue lutar contra um amor verdadeiro!


Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

Falar do ex ou não: eis a questão


Todo mundo sabe que esse negócio de manter contato com ex-namorado quando já está com outro pode causar uma confusão sem tamanho: o atual pode ficar enciumado, o ex pode criar expectativas em relação a um possível revival.
Pois é, eu vou ser muito sincera com vocês: nunca aconteceu de eu ficar amiga ou manter contato com nenhum ex meu por inúmeras razões. A questão aqui é bem simples: o que aconteceu num tempo passado deve por lá permanecer e ponto.
Como eu faço a linha “nem tanto nem tão pouco”, esse negócio de falar do ex com o atual não é um tabu e eu acredito que não tenha que ser mesmo. É uma coisa natural, afinal a pessoa fez parte da sua vida, ela teve sua importância, ela te preparou de alguma forma para o que você está vivendo agora.
Mas, vamos combinar uma coisa? Há de se tomar um certo cuidado em relação ao comentário que você vai fazer e botar o ex no meio da conversa. Nada de cair naquele erro clássico de tocar no nome de um quando se está num momento romântico com seu bofe só porque lembrou de alguma coisa engraçada de outrora. Pelo amor de Deus, não faça isso!
Portanto, se for falar do seu passado tome cuidado para que isso não se torne um assunto recorrente, cuidado para não magoar o seu amor por causa de uma coisa que nem te pertence mais!

Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

Ele tem um filho: e agora?!


Depois de ter beijado alguns sapos pelo caminho, eis que um deles vira príncipe e, como a vida não é um conto de fadas, ele têm um filho.
Tudo bem que essa, nem sempre, é uma situação fácil de lidar, eu sei. Mas, sinceramente, não acredito que o fato de o seu amor ter um filho de um outro relacionamento seja um problema, o problema pode até ser a mãe da criança. Mas isso é outra história
Vamos falar sobre o que você deve ter em mente para que essa situação toda não se torne um problema para vocês?! Então vamos:
1. Tenha sempre em mente que, por pior que seja toda a situação que envolva o seu amor e a ex dele, a criança não tem nada, absolutamente nada a ver com isso.
2. Nada de reclamar atenção do seu amor nos finais de semana ou nos dias em que ele estiver com a criança, principalmente se isso não incluir a sua presença.
3. Você não tem que educá-la – mas dar uns toques no seu amado quando alguma coisa sair do controle é sempre válido, só tome cuidado para que isso não se torne um hábito, afinal, ele/ela não é seu/sua filho (a).
4. Relacionamentos saudáveis incluem amizade. E, nesse caso, vamos incluir uma coisa fundamental chamada leveza: é hora de se divertir! É bom que você se torne uma espécie de tia, sabe? Afinal, quem não ama quem gente ama?!
Por fim, acho que tudo o que você deve querer desse momento é que o seu amor seja um excelente pai. Fica a dica!


Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

(In) Compatibilidade amorosa


... aquela história de que “os opostos se atraem” foi a maior mentira que já te contaram!
Todas as vezes que eu escuto alguém dizer “Eu quero alguém que me complete” eu imagino que o que aquela pessoa quer, na verdade, é alguém que complete suas frases, sabe? Até porque se vocês não compartilharem interesses, se não dividirem sonhos o que sobra?!
É, eu concordo que os iguais podem não se suportar e todas as vezes que eu escuto isso eu me imagino brigando comigo mesma. Já pensou?! O outro tendo SEMPRE as mesmas reações que você?! Tenso, né? Pois é… se relacionamento fosse uma coisa fácil, não existiriam milhões de livros de auto-ajuda espalhados por aí. Mas se os opostos se distraem – cada um com os seus interesses – os iguais podem não se tolerar, o que fazer?
Como sempre, eu me vejo presa no meio termo – aquele lugar entre o nem tanto e o nem tão pouco. E, neste lugar em que me encontro, eu vejo luzinhas coloridas piscando, chamando a minha atenção para uma coisa fundamental: individualidade.
É aí que está a grande sacada da história! Não importa se ele é igual a você, se ele é completamente diferente de você, contanto que vocês lidem com isso da melhor maneira possível: mantendo a individualidade.
Portanto, por mais que você se esforce para entrar no mundo do outro, por mais que vocês adorem fazer tudo juntos, não se perca, não se distancie de quem você é, afinal, o outro – quase – sempre se apaixona por algum traço de personalidade que ele não possui.

Mais um texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

Orgulho, orgulho meu


Quem nunca bateu o pé porque estava certa – ou achava que estava – provocando uma briga horrenda e a ira do companheiro, que atire a primeira carta de amor.  Pois é, vocês brigaram, mas você tem – ou acha que tem – razão? Que bom! Mas não é por isso que você vai deixar de fazer uso de uma coisa fundamental chamada empatia para que tudo fique esclarecido, um entendendo o lado do outro e vocês fiquem bem novamente.  Ele resolveu algum problema para você sem o seu consentimento e isso feriu o seu ego – só porque você achava poderia fazer isso sozinha? E isso lá é motivo para você ficar brava?! Pensa bem: ele foi fofo! É… eu concordo que talvez ele pudesse ter te consultado, mas isso não muda em nada o fato de que o seu amor se preocupou com você e tentou te ajudar. Poxa, está tão difícil arrumar um cara legal e você vai reclamar logo disso?!
Eu não estou dizendo para você colocar suas convicções de lado em prol da harmonia do seu relacionamento, não é isso!  É que o orgulho pode te atrapalhar e muito! Ele turva sua maneira de ver as coisas, faz de você uma pessoa rígida, aí fica mesmo difícil de lidar. E eu falo por mim mesma! Experiência própria… é sério!
Sabe o que eu faço quando alguma coisa do tipo acontece comigo? Eu tento ver a situação toda como se o problema fosse de alguma amiga minha! É que eu sou o tipo de pessoa que enxerga melhor os problemas dos outros do que os próprios.  E essa é a dica: tente ver a situação toda como se não fosse com você, ouça o seu amado, tente entender o lado dele. Tente também ser mais flexível, afinal de contas, todo mundo acha que tem sempre razão.

Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

Amor de praia sobe serra?!


Pois é, carnaval chegando, você aí solteira em busca de muita diversão com suas amigas e, no meio da folia, quem sabe você não encontre alguém para esquentar seu coração? Mas, e aí? Será que amor de praia sobe serra?!
Como a gente já sabe, está cada vez mais difícil arrumar um cara legal, mas não é por isso que você vai se submeter a qualquer coisa que apareça. Portanto, a primeira dica é: não idealize demais nem deixe de lado o que você acha essencial para ter um relacionamento bacana só para não ficar sozinha depois que a folia acabar, ok?
Outra coisa: nada de ficar competindo com as suas amigas! Cada uma de nós é especial a seu modo. Fora que esse tipo de coisa assusta a maioria dos homens que eu conheço.
E mais: se você arrumar alguém no meio da muvuca carnavalesca saiba que, infelizmente, a maioria dos homens que está ali não quer compromisso. Mas fique feliz: eu disse maioria!
Portanto, se você – finalmente – encontrar a exceção entre um bloco e outro, saiba que o amor verdadeiro não conhece distância ou adversidade. Mas, antes de se deixar levar pela emoção, não custa nada perguntar onde ele mora: o mundo pode ser menor do que você imagina!
E, quem sabe, o seu amor de praia não suba a serra?!

Texto publicado lá Plano Feminino! ;)

Para, Nóia!


Sabe quando a gente começa a procurar cabelo em ovo? Quando a gente cisma com alguma coisa – qualquer coisa – e começa a futricar no celular do ser amado em busca de provas de coisas que sequer podem ter acontecido? Parece que quando somos machucadas por algum canalha em nossa vida nem pensamos direito e saímos achando que nosso digníssimo talvez possa aprontar com a gente da mesma forma que o cretino de outrora fez? 
Pois é, quando alguém fala que estamos com ciúme, sempre damos a desculpa da precaução, mas vou te dizer uma coisa: a linha entre a precaução e a paranóia pode ser um tanto tênue. Cuidado para não invadir demais a vida do seu amor, afinal, todo mundo tem direito à individualidade e isso pode ser – e muitas vezes é – o diferencial num relacionamento. 
Imagine que chato não deve ser se relacionar com uma pessoa que não te acrescente em nada, uma pessoa que fique 24 horas por dia do seu lado falando sempre as mesmas coisas, fazendo sempre as mesmas coisas. No começo pode até ser legal, mas uma hora vai cansar amiga. Pode ter certeza disso. 
Lembre-se sempre: ser interessante é tão importante quanto ter uma pessoa interessante ao teu lado. Portanto, deixe seu amor preservar a individualidade dele. Ele não vai te amar menos porque bebeu umas cervejas com os amigos!
Eu sempre acho que é melhor confiar do que ficar presa numa paranóia em que ele pode estar aprontando por aí. Não é porque você já se envolveu com um cretino que todos os homens vão te machucar também! E esse negócio de ficar comparando as pessoas não é justo nem com você e, muito menos, com ele. 
Porque o amor exige, acima de tudo, coragem. Portanto, se joga! O que pode acontecer? Você pode ser muito feliz!
E aí? Você prefere um copo meio cheio ou meio vazio?!

Texto publicado lá no Plano Feminino! ;)

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Mas eu me mordo de ciúme

Imagine a seguinte situação: Começo de namoro. Vocês estão com seus amigos num barzinho quando a bisca que ele pegava surge do nada, grita o nome dele e o abraça forte. Você percebe o olhar dele pedindo desculpas pela situação constrangedora. Segundos depois, ele te apresenta a ela. E aí, o que você faz? Gruda na cintura dele? Fala um “Oi” e dá um beijo cinematográfico nele para mostrar a ela que o bofe é seu?!

Sabe o que eu fiz?! Eu soltei um “Oi, tudo bem?”, virei para o lado e continuei conversando com os amigos. Sabe porquê?! Porque, no fundo, o que toda biscate quer é desestabilizar o momento harmônico de vocês e, muitas vezes, elas querem boicotar a relação como um todo. E não pense você que só porque eu fiz a fina, mal-educadamente, eu não tenha ficado verde de raiva com aquilo, até porque eu sou uma das pessoas mais ciumentas que eu conheço.

Mas sabe o que eu aprendi com os canalhas que apareceram na minha vida? Que segurar a onda é essencial. Nenhum homem gosta de mulher insegura, muito menos de mulher barraqueira. E mais: aprendi a reclamar de certas coisas somente quando houver perigo iminente de falta de respeito, como quando seu bofe receber ligações, quase frequentes, de alguma ex (ex ficante que seja), acho válido dar uma arrochada nele sim. Afinal, ele está contigo ou não está?!

Pois é, o maior problema de você namorar um cara legal é que, muitas vezes, a (s) ex (s) não quer (em) largar o osso. E se você for dar freak out toda vez que alguma coisa do tipo acontecer corre o risco de a relação ficar desgastada. E você não quer que isso aconteça, não é mesmo? Portanto, lembre-se: só reclame quando o caso for extremo. Mas, se você for daquelas que não se aguenta, liga para uma amiga, desabafa e esfria a cabeça. Vai por mim...

Texto publicado no Plano feminino.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Antes que a carruagem vire abóbora

Dizem que a melhor fase de todo namoro é o começo. Talvez porque um fique sempre querendo agradar o outro, talvez porque ainda estejam se conhecendo ou talvez por ainda não se conhecerem.

Tudo é tão lindo que você se sente a Cinderela e ele é o seu príncipe encantado. Até o tempo passar e vocês começarem a se estranhar. Brigam por tudo e por nada. Se sentem incomodados por coisas que nem se faziam perceptíveis até então. Porque namoro é isso, namoro é adaptação. Vocês foram criados de maneiras diferentes, portanto, nada mais normal do que rolar um estranhamento de vez em quando.

E você começa a sentir que o tempo vai passando e vocês se estranhando, vai chegando a meia-noite e a carruagem vai virar abóbora.

É aí que você pega o controle e dá pause. Isso mesmo que você entendeu: é hora de conversar. É, eu sei... os homens geralmente detestam essa parte, eles fazem com que a a gente se sinta uma mala por conta disso! Mas se você engolir seco tudo o que te incomoda, você vai virar uma bomba-relógio e o seu lindo conto de fadas já era.

Mas, como sabemos, homens são seres previsíveis, portanto, nada de conversar depois do sexo, muito menos em dia de jogo. Sabe quando que você vai reclamar? Assim que ele pisar na bola. Fala tudo, mas tudo mesmo, de uma vez só e sempre que alguma coisa estiver errada - já vi casamentos terminarem por falta de diálogo, imagine, então, o que esse mal pode fazer com o seu namoro.

O importante é você conseguir fazer com que esses ajustes se tornem parte do relacionamento, fazer com que eles tenham tanta importância quanto o sexo (E, sim, eles têm! Acreditem!).

Porque, se isso acontecer, você não vai mais precisar ficar olhando para o relógio, a meia-noite não vai chegar, a carruagem não vai virar abóbora e o seu conto de fadas se transformará numa linda história de amor!

Texto publicado no Plano Feminino.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Quando o príncipe vira sapo

O que mais escuto por aí são homens dizendo que nós, mulheres, somos românticas ao extremo, que os idealizamos demais, que estamos constantemente em busca do príncipe encantado e que o problema todo é que nós assistimos muitos contos de fadas na infância e, posteriormente, comédias românticas – o que afetaria definitivamente nossa busca por um parceiro ideal.

Ok, meninas, nós sabemos que não podemos discordar inteiramente dessa teoria, mas o problema não é só esse. Não são as comédias românticas com finais hollywoodianos que determinam o que buscamos num parceiro e destroem nossa vida sentimental, quem faz isso são os canalhas que encontramos pela vida. Sim, são eles mesmos: aqueles que nos prometem mundos e fundos, que nos envolvem em seus mundos, aquela coisa toda, até que levamos um belo chute na bunda! Isso quando não descobrimos que somos a outra ou que ele tem outra (s).

Aí, depois desse “choque de realidade”, realmente, fica muito difícil para a gente se entregar completamente a outra pessoa. E, não, eu não estou falando de sexo, eu falo de confiança, de afeto, de amor mesmo. Não adianta, a gente fica sim com o pé atrás. Tanto que, geralmente, depois de uma experiência dolorosa como essa, algumas de nós acabam se tornando como eles, elas viram canalhas e querem dar o troco em tudo quanto é homem que aparece.

Mas, calma, gente! Não é bem assim também, né?! Acho que passar por um período de luto é fundamental nesse caso – luto porque os planos se tornaram ilusão, eles morreram e isso dói, eu sei. Então, o melhor que temos a fazer é nos recompôr, sacodir a poeria e dar a volta por cima, porque não existe nada melhor nesse mundo do que estar bem consigo mesma. Afinal, estar bem-resolvida é essencial para abrir seu coração para um novo amor.
E, quem sabe, o sapo vira príncipe.


Texto publicado no Plano Feminino. ;)